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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Testes de Eletrostática

1. Penteando o cabelo, o pente se carrega negativamente, pois:
a) perde cargas elétricas positivas;
b) ganha cargas elétricas positivas;
c) perde cargas elétricas negativas;
d) ganha cargas elétricas negativas;

2. Quando o pente se carrega negativamente:
a) os cabelos se carregam positivamente;
b) os cabelos se carregam positiva ou negativamente;
c) também os cabelos se carregam negativamente;
d) os cabelos não se carregam eletricamente;

3. Eletroscópios são aparelhos que se destinam a:
a) verificar se um corpo está eletrizado;
b) eletrizar corpos;
c) armazenar eletricidade;
d) originar eletricidade;

4. A garrafa de Leyde é um:
a) eletroscópio;
b) pêndulo elétrico;
c) condensador;
d) gerador;

5. Eletrizando-se uma chaleira metálica, podemos perceber que a parte mais eletrizada é:
a) seu bico;
b) seu interior;
c) suas partes laterais;
d) sua base;

6. Um eletroscópio está carregado positivamente. Quando um corpo é colocado próximo a ele e as suas folhas se repelem mais ainda, é porque o corpo:
a) aumenta a capacidade do sistema;
b) está neutro;
c) está carregado positivamente;
d) está carregado negativamente;

7. Conduzem bem a eletricidade:
a) borracha e vidro;
b) mica e porcelana;
c) vidro e plástico;
d) metais;
e) plástico e madeira;

8. Um corpo se eletriza devido à perda ou ganho de:
a) prótons;
b) íons positivos
c) ânions;
d) nêutrons;
e) elétrons;

9. Quando há separação de cargas num corpo neutro devido à proximidade de um corpo eletrizado, está ocorrendo:
a) magnetização;
b) eletrização por atrito;
c) eletrização por contato;
d) o fenômeno da indução;

10. Num corpo neutro, o número de elétrons é:
a) maior que o de prótons;
b) maior que o de nêutrons;
c) menor que o de prótons;
d) igual ao de prótons;

11. Uma pequena esfera metálica carregada, toca em uma esfera metálica isolada, muito maior, e inicialmente descarregada. Pode-se dizer que:
a) a esfera pequena perde toda sua carga;
b) a esfera pequena perde um pouco de sua carga;
c) a esfera pequena perde a maior parte de sua carga;
d) a esfera pequena não perde carga;

12. O relâmpago em uma tempestade:
a) cai de preferência nos lugares baixos;
b) é perigoso debaixo de uma arvore;
c) é perigoso no interior de um carro;
d) é perigoso em qualquer lugar;

13. A principal função dos pára-raios é:
a) atrair os raios;
b) repelir os raios;
c) criar condições que evitem os raios;
d) impedir os raios;

14. O raio é um fenômeno:
a) inofensivo;
b) de descarga de um condensador;
c) que nunca se repete no mesmo lugar;
d) que não tem relação com eletrostática;

15. Não é possível eletrizar uma barra metálica segurando-a com a mão, porque:
a) a barra metálica é isolante e o corpo humano bom condutor;
b) a barra metálica é condutora e o corpo humano isolante;
c) tanto a barra metálica como o corpo humano são bons condutores;
d) tanto a barra metálica como o corpo humano são isolantes;

16. Os corpos eletrizados por atrito, contato e indução ficam carregados, respectivamente, com cargas de sinais:
a) iguais, iguais e iguais;
b) iguais, iguais e contrários;
c) contrários, contrários e iguais;
d) contrários, iguais e iguais;
e) contrários, iguais e contrários;

17. Atrita-se um bastão de vidro com um pano de lã inicialmente neutros. Pode-se afirmar que:
a) só a lã fica eletrizada;
b) só o bastão fica eletrizado;
c) o bastão e a lã se eletrizam com cargas de mesmo sinal;
d) o bastão e a lã se eletrizam com cargas de mesmo valor absoluto e sinais opostos;

18. Na eletrização por indução:
a) há passagem de cargas do indutor para o induzido;
b) há passagem de cargas do induzido para o indutor;
c) a passagem de cargas dependerá do sinal de carga do indutor;
d) há separação de cargas no induzido, devido à presença do indutor;

19. Dois corpos eletrizados com cargas de mesmo sinal se:
a) atraem;
b) repelem;
c) anulam;
d) destroem;

20. Um corpo, inicialmente neutro, fica eletrizado com carga positiva, quando:
a) adicionamos prótons;
b) adicionamos elétrons;
c) removemos elétrons;
d) removemos prótons;

21. Dizemos que um corpo está eletrizado negativamente, quando:
a) tem falta de elétrons;
b) tem excesso de elétrons;
c) tem falta de prótons;
d) tem falta de nêutrons;

22. Suponha um corpo A eletrizado por atrito contra um corpo B. Pode-se dizer que:
a) somente o corpo A se eletriza;
b) somente o corpo B se eletriza;
c) os dois corpos se eletrizam com cargas de mesmo sinal;
d) os dois corpos se eletrizam com cargas de sinais contrários;

23. Se aproximarmos um condutor A, eletricamente carregado, de um condutor B neutro, sem que haja contato, então o condutor B:
a) não é atraído e nem repelido pelo condutor A, porque B é neutro;
b) é repelido pelo condutor carregado, porque adquire carga de sinal contrário à de A;
c) é atraído por A, porque adquire carga de sinal contrário ao de A;
d) á atraído por A, devido ao fenômeno da indução;

24. Dois corpos isolados, A e B, se atraem por força de interação elétrica. Podemos afirmar que:
a) necessariamente o corpo A está eletrizado;
b) necessariamente o corpo B está eletrizado;
c) necessariamente os corpos A e B estão eletrizados com cargas de sinais contrários;
d) pelo menos um dos dois corpos está eletrizado;

25. São dados dois corpos eletrizados que se atraem no ar, se forem imersos em óleo, a força de atração entre eles:
a) aumenta;
b) diminui;
c) não muda;
d) se anula;

26. As linhas de força de um campo elétrico:
a) são sempre linhas fechadas;
b) são linhas imaginárias que saem das cargas negativas e chegam às positivas;
c) são linhas imaginárias que saem das cargas positivas e chegam às negativas;
d) existem apenas quando cargas positivas e negativas acham-se próximas entre si;

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Soneto da Eletricidade

De tudo, ao meu computador, serei atento, antes
e com tal zelo, e sempre, e de modo tao terno
que mesmo em face de um modelo mais moderno
dele serei sempre a tiete mais sedenta

Quero vive-lo em cada vao momento
e em seu louvor hei de pagar as contas da Light
que alimenta seus megabytes
sem nenhum pesar ou descontentamento

E assim, quando mais tarde, num outro dia
quem sabe a assistencia tecnica, angustia de quem vive,
pedir pelo seu conserto uns 800 paus,
eu possa dizer do computador que tive:
Que nao seja imortal, posto que e' fabricado em Manaus,
mas que seja infinito enquanto dure (a garantia)

(Parodia do "Soneto da felicidade")

terça-feira, 2 de junho de 2009

Charge Eletricidade


Eletricidade


A eletricidade está presente a todo tempo ao nosso redor e até em nós mesmos. Na natureza a eletricidade pode ser observada no relâmpago, uma grande descarga elétrica produzida quando se forma uma enorme tensão entre duas regiões da atmosfera.

No corpo humano também observamos a eletricidade: impulsos elétricos do olho para o cérebro. Nas células da retina existem substâncias químicas que são sensíveis à luz, quando uma imagem se forma na retina estas substâncias produzem impulsos elétricos que são transmitidos ao cérebro.

Na Grécia antiga, por volta de 600 a.C., Tales de Mileto fez algumas experiências com uma barra de âmbar (resina sólida fossilizada proveniente das árvores). Ele descobriu que, quando atritada com a pele de animal, a barra de âmbar adquire a propriedade de atrair pequenos pedaços de palha.

A palavra eletricidade se origina do vocábulo elektron, nome grego do âmbar. Apesar das descobertas feitas pelos gregos, a eletricidade só teve seus conhecimentos sistematizados a partir da segunda metade do século XVIII.

Eletricidade pode ser entendida como sendo o fenômeno resultante da interação das partículas que formam a matéria, em especial os elétrons. Para entender melhor o conceito de eletricidade elaborei um pequeno resumo neste post, se você desejar se aprofundar em um dos tópicos basta clicar no subtítulo.

O átomo: elétrons prótons e nêutrons

A matéria é formada de pequenas partículas, os átomos e estes são formados por partículas elementares, sendo as principais os prótons, os elétrons e os nêutrons. Os prótons e nêutrons são formados por quarks. Entender esta estrutura é o primeiro passo para entender a eletricidade.


Eletrização, condutores e isolantes.

Chamamos de condutores os corpos onde as partículas portadoras de carga elétrica conseguem se mover sem dificuldade, os corpos onde isso não acontece chamamos de isolantes.

A eletrização é um fenômeno importante na eletricidade. Quando um corpo ganha elétrons dizemos que ele foi eletrizado negativamente, pois o número de elétrons no corpo é maior que o número de prótons no mesmo. E quando um corpo perde elétrons o número de prótons no corpo é maior que o de elétrons, então, dizemos que o corpo está positivamente eletrizado.

Eletrização por atrito

Na eletrização por atrito os corpos atritados ficam com cargas elétricas opostas, como por exemplo, o pedaço de flanela com cargas positivas e o bastão de vidro com cargas negativas.


Eletrização por contato

Na eletrização por contato os corpos ficam com a mesma distribuição superficial de cargas elétricas. Isto significa que se os corpos forem idênticos, eles terão a mesma carga elétrica.


Eletrização por indução

Dois corpos, A e B, sendo A positivamente eletrizado e B um corpo eletricamente neutro, são colocados próximos um do outro sem haver contato.

As cargas positivas de A atraem as cargas negativas de B. Se aterrarmos o corpo B, as cargas elétricas negativas da terra vão se deslocar para o corpo B. Retirando o condutor que aterra o corpo B e só depois afastar o corpo A. Observamos então que o corpo B ficou negativamente eletrizado.

Carga elétrica


No núcleo do átomo estão os prótons e os nêutrons, e girando em torno deste núcleo estão os elétrons. Um próton em presença de outro próton se repele, o mesmo ocorre com os elétrons, mas entre um próton e um elétron existe uma força de atração, como no exemplo do âmbar e da palha. Desta maneira, atribuímos ao próton e ao elétron uma propriedade física denominada carga elétrica.


Lei de Coulomb

Outra contribuição para a Eletricidade foi dada por Coulomb. Charles Augustin Coulomb desenvolveu uma teoria que chamamos hoje de Lei de Coulomb. Ele estudou a força de interação entre as partículas eletrizadas, sabemos hoje que as partículas de mesmo sinal se repelem e as de sinais opostos se atraem.

Tensão elétrica e difereça de potencial (ddp)

Considere um aparelho que mantenha uma falta de elétrons e uma de suas extremidades e na outra um excesso. Este aparelho é chamado gerador e pode ser uma pilha comum. A falta de elétrons em um pólo e o excesso em outro origina uma diferença de potencial (d.d.p.).


Corrente elétrica

Se um condutor é ligado aos pólos do gerador os elétrons do pólo negativo se movimentam ordenadamente para o pólo positivo, esse movimento ordenado dos elétrons é denominado corrente elétrica. Muitas vezes a corrente elétrica é confundida com o termo eletricidade.


O Efeito Joule

Quando um condutor é aquecido ao ser percorrido por uma corrente elétrica, ocorre uma transformação de Energia Elétrica em Energia Térmica. Este fenômeno é conhecido como Efeito Joule, em homenagem ao Físico Britânico James Prescott Joule (1818-1889).


Resistência Elétrica

A dificuldade que alguns materiais apresentam à passagem da corrente elétrica é expressa por uma grandeza física chamada resistência elétrica.


Resistor

Os resistores são dispositivos cujas principais funções são: dificultar a passagem da corrente elétrica e, transformar Energia Elétrica em Energia Térmica por Efeito Joule. Entendemos a dificuldade que os resistores apresentam à passagem da corrente elétrica como sendo resistência elétrica. O material mais comum na fabricação dos resistores é o carbono.


Associação de Resistores

Em nosso dia-a-dia utilizamos vários aparelhos elétricos onde são empregados circuitos com dois ou mais resistores. Em muitos destes circuitos, um único resistor deve ser percorrido por uma corrente elétrica maior que a suportada, e nestes casos utiliza-se uma associação de resistores. Em outras aplicações vários resistores são ligados um em seguida do outro para obter o circuito desejado, como é o caso das lâmpadas decorativas de natal.


A Primeira Lei de Ohm

A primeira Lei de Ohm afirma que, ao percorrer um resistor (R) a corrente elétrica (i) é diretamente proporcional à tensão (U).
U = R. i


Segunda Lei de Ohm

George Ohm realizou diversos experimentos envolvendo a eletricidade. Muitos destes experimentos estavam relacionados à resistência elétrica, e nestes, ele verificou que a resistência (R) de um resistor é diretamente proporcional ao comprimento (l) do resistor, inversamente proporcional à área da secção transversal (A) e depende do material do qual o resistor é feito. Esta relação é conhecida como a Segunda Lei de Ohm.


Energia Elétrica

A Energia Elétrica pode ser definida como a capacidade de trabalho de uma corrente elétrica. Como toda Energia é a propriedade de um sistema que permite a realização de trabalho. Ela é obtida através de várias formas. Logo, o que chamamos de “eletricidade” pode ser entendido como Energia Elétrica se no fenômeno descrito, a eletricidade realiza de trabalho por meio de cargas elétricas.


Gerador

O gerador é um mecanismo que transforma energia mecânica, química ou outra forma de energia em energia elétrica. O gerador elétrico mais comum é o dínamo (gerador de corrente contínua) de bicicleta, que já estudamos em “como funciona um dínamo” .

domingo, 31 de maio de 2009

As lâmpadas fluorescentes são realmente mais eficientes que as lâmpadas incandescentes? Se elas são, por que?

A "lâmpada de bulbo" também conhecida como "lâmpada incandescente" tem um filamento de tungstênio muito fino dentro de um bulbo. Elas adquirem normalmente os valores: "60 watt," "75 watt," "100 watt" e assim por diante. A idéia básica por trás destas lâmpadas é simples. A corrente elétrica passa pelo filamento; como o filamento é bem fino, oferece resistência a passagem da corrente, e esta resistência transforma a energia elétrica em calor. O calor faz o filamento aquecido emitir luz.

O filamento literalmente emite luz por causa do calor. O problema com as lâmpadas incandescentes é que o calor desperdiça muita eletricidade. Calor não é luz, e o propósito da lâmpada incandescente é emitir luz. Assim toda a energia gasta criando calor é um desperdício. Lâmpadas incandescentes são assim muito ineficientes. Elas produzem aproximadamente 15 lumes por watt gasto.

Uma lâmpada fluorescente usa um método completamente diferente para produzir luz. Em um tubo fluorescente há eletrodos nas extremidades do tubo e um gás que contêm argônio e vapor de mercúrio. Um fluxo de elétrons atravessa o gás de um eletrodo para o outro. Estes elétrons batem nos átomos de mercúrio e os excitam.

Quando os átomos de mercúrio retornam ao estado não-excitado, eles emitem fótons ultravioletas. Estes fótons batem no fósforo que reveste o interior do tubo fluorescente, e este fósforo emite luz visível. Uma lâmpada fluorescente produz menos calor, assim é muito mais eficiente. Uma lâmpada fluorescente pode produzir entre 50 e 100 lumes por watt. Isto torna as lâmpadas fluorescentes 4 a 6 vezes mais eficientes que as incandescentes.

Por isso é por que você pode comprar uma lâmpada fluorescentes de 15 watt que pode produzir a mesma quantidade de luz que uma lâmpada de 60 watt incandescente.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

GINELE

Hoje dia 28 de Maio de 2009, nós alunos da E. E. M. Jaime Laurindo da Silva, iniciamos a GINELE com a criaçã do Blog!

Equipe: Amanajás, Anderson, Carlos, Lázaro, Rony e Valdiana.